Anecy dos Santos Gaspar de Oliveira

 

“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores... Se não houver flores, valeu a sombra das folhas... Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.

 (Henfil)

 

 

Anecy dos Santos Gaspar de Oliveira nasceu em Jacareí - Vale do Paraíba (SP) - em 28 de janeiro de 1923. Iniciou os estudos em Jacareí, na Escola Mista Urbana de Vila Mariana; cursou o Primário no Grupo Escolar Coronel Carlos Porto e o Colegial no Ginásio Municipal de Jacareí.

 

Ao ingressar na Escola Normal de São José dos Campos, a família mudou-se para aquela cidade, assegurando melhores condições para a freqüência às aulas. Concluído o Curso Normal (1943) iniciou a carreira no magistério estadual.

 

Trabalhou em Guararema, Bariri, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Atibaia e São José dos Campos, onde se aposentou em julho de 1975, após quase 32 anos de dedicação ao magistério. No Grupo Escolar José Alvim (1951-1960) foi uma das professoras especializadas na exemplar condução de classes masculinas de 4º ano.

 

Em 11 de julho de 1959 casou-se com José Xavier de Oliveira, com quem teve o filho Joacy, casado com Miriam Santos, pais de suas netas Mariana e Maria Luiza. Esposa dedicada, colaborou de maneira exemplar na educação dos filhos menores do esposo que enviuvara precocemente: Dorival, José Carlos, Roberto e Paulinho, à época com um ano e meio.



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(Continuação)

 

Após a aposentadoria, Anecy e o marido - missionários da Igreja Presbiteriana do Brasil - deram continuidade aos trabalhos evangélicos iniciados em Atibaia. Durante 17 anos, o casal percorreu cidades do Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Sul, realizando uma admirável obra de evangelização.

 

Aos oitenta e dois anos, ainda se lembrava dos alunos atibaianos com muito carinho, mencionando nomes e particularidades de cada um. Recordava-se das festas de encerramento do ano letivo do José Alvim, dos Hinos cantados no início das aulas e dos lindos ipês floridos que enfeitavam a janela de sua sala de aula...  

 

Em carta enviada há algum tempo, Anecy nos fez lembrar que “recordar nos faz viver e, também, padecer”, pois a saudade traz consigo uma suave dor, relacionada à perda de um tempo feliz. No entanto, esse tempo continuará vivo na memória dos atibaianos que conviveram com a competência profissional e com as qualidades humanas de Anecy.

 

A Profª. Anecy faleceu no dia 10 de agosto deste ano de 2005, na cidade de São Pedro, onde passou seus últimos anos ao lado da família. Suas pegadas continuarão impressas na alma dos que tiveram o privilégio de tê-la como professora e, apesar da nostalgia de hoje, esse tempo bom aconteceu em nossa vida.

 

 

José de Anchieta

Revisão e adaptação: Cidinha Bonini 



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Festival Internacional do Audiovisual de Atibaia 2006

 - Novas Parcerias -

 

O Festival Internacional do Audiovisual de Atibaia 2006 está se projetando cada vez mais no cenário cultural brasileiro. Durante esta semana, o diretor de Cultura Vitor Carvalho e o produtor Stain estiveram na Mostra Internacional de Curta-Metragens, em São Paulo, divulgando o festival atibaiano.

A comitiva de Atibaia - presente no 33º Festival de Cinema de Gramado - angariou simpatias, apoios e parcerias, graças aos contatos estabelecidos pelo prefeito Beto Tricoli, pelo vice-prefeito Ricardo dos Santos Antonio, pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Célio Orlandelli, e pelo diretor de Cultura Vitor Carvalho.

 A iniciativa de fazer um Festival em Atibaia, em parceria com a França, foi muito elogiada pelos contatos que fizemos em Gramado”, disse o prefeito Beto Tricoli. Empresários do setor e representantes do Poder Público estiveram com a comitiva e mostraram-se receptivos à idéia de incentivo e apoio ao evento de Atibaia.

O Festival Internacional do Audiovisual de Atibaia acontecerá em janeiro de 2006 e resulta de uma parceria entre nossa cidade e a França, através do Festival de Contis. Em julho, o prefeito Beto e a primeira-dama Fernanda Tricoli estiveram na França, a convite daquele país, quando foi firmado o convênio para a realização de um festival em Atibaia, nos mesmos moldes do Festival de Contis.

O intercâmbio proposto entre os dois países sugere a possibilidade de parcerias entre o poder público e empresários, para a promoção e a organização de um festival  que promete marcar a história cultural da cidade.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Prefeitura de Atibaia



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Policiais militares foram homenageados por ação

Câmara aprovou moção de congratulações, entregue na última segunda-feira, dia 15/08/05.

A Câmara homenageou, na sessão da última segunda, dia 15/08, os policiais militares que participaram de ação conjunta contra tentativa de assalto em Jarinu. Moção de congratulações foi apresentada pelo vereador José Ângelo Beltrame, o Cebolinha, elogiando a presteza e o empenho do sargento Hélio e dos soldados Mauro, Silva, Augusto, Souza e Fábio, todos da PM de Atibaia.

A ação referida na moção aconteceu por ocasião de um assalto na Vila Trieste, na divisa entre Atibaia e Jarinu. Dois criminosos entraram na casa de um empresário, mantendo o dono da residência e sua esposa como reféns. Os oficiais homenageados pela Câmara chegaram em seguida e negociaram com os bandidos durante cerca de quatro horas. Ao final, conseguiram a rendição dos assaltantes, que entregaram as armas e foram presos.

"Nosso objetivo, ao apresentar esta moção, foi destacar a corajosa e eficiente atuação dos policiais militares", afirmou o vereador Cebolinha. Ele leu o conteúdo da moção e participou da entrega de diploma e brasão aos integrantes da PM. O vereador Oswaldo Mendes Sobrinho também foi convidado pelo presidente da Câmara, Takao Ono, a recepcionar os policiais e a participar da homenagem.

Emocionado, o sargento Hélio falou da tribuna da Câmara, contando mais detalhes sobre a ação e agradecendo o reconhecimento da Câmara. No plenário, estava presente também a tenente Viviane, comandante da força-patrulha da PM.

 

Fonte: Departamento de Comunicação da Câmara Municipal de Atibaia



- Enviado por: Equipe de O Balaio às 18h41
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A Poesia Simbolista

 

Neste fim-de-semana, frio e úmido, adentrei nos domínios da poesia e encontrei uma excelente página de Literatura do professor Sérgius Gonzaga. Interessei-me pelo Simbolismo, pois sou de Santa Catarina e sabedor de que um de seus mais conceituados representantes no Brasil é Cruz e Souza, um catarinense.

Segundo o professor Sérgius, os primeiros indícios do movimento encontram-se em Baudelaire, cuja obra máxima é As Flores do Mal. Mais: O Simbolismo surgiu não apenas como uma estética oposta à literatura (poesia, especificamente) objetiva, plástica e descritiva, mas como uma recusa a todos os valores ideológicos e existenciais da burguesia.

Em vez da “belle époque” do capitalismo financeiro e industrial, do imperialismo que se adonava de boa parte do mundo, temos o marginalismo de Verlaine, o amoralismo de Rimbaud e a destruição da linguagem por Mallarmé. O Simbolismo surgiu como Escola Literária na França, no final do século XIX, como reação aos excessos do parnasianismo. Sua característica principal é uma visão subjetiva, simbólica e espiritual da realidade. Usa formas de expressão novas e a preocupação estética domina sua linguagem.

O Simbolismo no Brasil é um movimento que ocorre à margem do sistema cultural dominante. Seu próprio desdobramento aponta para províncias de escassa ressonância: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. É como se o gosto dos poetas da escola por neve e névoas, outonos e longos crepúsculos exigisse regiões frias e nebulosas.

A livre associação faz coisas impensáveis! O fim de semana esteve frio e úmido e os simbolistas apreciavam neve e névoas, e regiões frias e nebulosas. Eu também aprecio o frio e a chuva, a névoa e a neve, desde que, obviamente, esteja bem agasalhado e protegido em casa, preferencialmente com uma lareira acesa, e ouvindo Cruz e Souza:



- Enviado por: Equipe de O Balaio às 23h32
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 (Continuação)

 

“Vozes veladas, veludosas vozes,

 Volúpia dos violões, vozes veladas

 Vagam nos velhos vórtices velozes

Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas”.

 

Na minha divagação poética, deparando com essas condições geográficas tão importantes ao desenvolvimento do movimento, me descobri um simbolista retardado, digo, retardatário. A Musa baixou em mim e. fiel aos princípios escolásticos pari os versos que seguem, prenhes de simbolismo, e ao mesmo tempo, um retrato de coisas recém-ocorridas - e inutilmente escondidas - em infrapartidárias cuecas (Cruz e Souza, e os outros simbolistas, que me perdoem):

 

Verdinhas veladas em vetustas vestes,

Volúpia dos vilões, verde ventura,

Viajam nos velhos vértices velados,

Vindas da venda de vívidas verduras.

 

Ilton Carlos Dellandréa

Desembargador Aposentado do TJRS

Dono do blog JUS SPERNIANDI: dellandrea.zip.net.



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O Balaio 21 está chegando!

Esta edição de O Balaio focaliza a Família Zanoni e sua projeção  na sociedade, na Política e na Cultura de nossa terra. A Personalidade do Mês é Durval Mantovanini que, aos 86 anos, mantém suas atividades e seu entusiasmo pela vida.

Nilton Loriano deixa uma singela mensagem de amor para seu pai. Bento, o Amigo Misterioso se introduz em nosso jornal para falar de suas memórias sobre o Menino da Rua José Alvim. A página 5 reverencia todos os pais atibaianos: os de nascimento e os de coração.

A Culinária da Terra mostra os ingredientes necessários, e todos os passos, para que a deliciosa Rosca de Maçã da Dona Wanda saia do forno, e adoce manhãs e tardes de agosto.

Ilton Dellandréa, nosso espirituoso colunista, se faz presente com suas divagações sobre o Simbolismo, tanto na poesia, quanto nos atuais meios de transporte de valores. Novas lembranças são evocadas por João Batista Neto Chamadoira, o cronista dos bons tempos do futebol atibaiano.

Nesta caminhada pela antiga Rua José Alvim passamos pelo Cine Theatro República, sede social do São João, Casa Massoni, antiga sede do Cetebê e Café Atibaiense, parando na casa do Botuca, o inesquecível companheiro de infância de sexagenários atibaianos.

Cidinha Bonini traz uma mensagem para os pais, e algumas pinceladas sobre as telas do famoso Pablo Picasso, o artista que se consagrou em diversos setores das artes plásticas.

Histórias do SAC - Serviço de Alto-Falantes Continental - são contadas por Luiz Antonio Lima, graças às memórias guardadas por Orlando Ferro, participante ativo dos primórdios da radiodifusão de Atibaia.

Em Memórias do Menino da Rua Direita, as peripécias dos coroinhas, os piedosos meninos que procuravam atender às ordens e disciplinas estabelecidas pelo bom vigário. Sobre Moitas e Cavalos, um caso de José de Anchieta, fecha esta edição.

Anuncie neste jornal e atinja o seu público-alvo. Assine O Balaio para garantir seu exemplar mensal. O Balaio, nas bancas neste final de semana.



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Família e Casa Rosa

- Uma Antevisão do Jovem Santo -

 

Santo Rosa - filho de Luigi Rosa e de Ferrantina Giovanni - chegou a Atibaia no longínquo ano de 1890, com treze anos de idade. Deixou para trás a cidade natal de Ospedaletto, Pádua, região do Vêneto.

Veio para trabalhar como colono na Fazenda dos Pires, onde já estava seu irmão João. Três anos depois, Santo e seu irmão compraram um armazém de secos e molhados na Praça da Matriz, ao qual deram o nome de "João Rosa & Irmão".

Após alguns anos de trabalho, João voltou para a Itália e o armazém passou a se chamar "Casa Rosa".  Santo Rosa casou-se em 1899 com Maria Broggin - natural de Pádua, Itália - e tiveram os filhos: Gentil, Arquimedes Arlindo, Tranqüillo Luis, Maria Mafalda, Jacil, Gesualdo, Plácido e Maurício, conhecido por Mauro.

Com um grupo de italianos, Santo Rosa fundou a "Società Italiana di Mutuo Soccorso" (1901), da qual foi presidente várias vezes, inclusive durante o período da II Guerra, quando sofreu duras perseguições - como muitos outros estrangeiros -, mas soube sobrepor-se às dificuldades com dignidade.



- Enviado por: Equipe de O Balaio às 02h36
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(Continuação)

O pequeno armazém comprado pelo patriarca Santo Rosa e seu irmão João tornou-se um dos mais importantes estabelecimentos comerciais da cidade. Santo Rosa faleceu em Atibaia, aos três de dezembro de 1944, e seus filhos Tranqüillo, Plácido e Mauro (Maurício) deram continuidade ao trabalho iniciado em 1893.

A Casa Rosa encerrou suas atividades em 1976, após 83 anos de eficiente prestação de serviços à região de Atibaia; fechou suas portas, mas nos legou a bela história da família privilegiada, que a dirigiu com criatividade, persistência, disciplina e generosas doses de bom-humor.

A Casa Rosa foi a primeira distribuidora da Antarctica em Atibaia; vendia ferragens, leite, formicida, louça, grampos de cerca, artigos religiosos, perfumaria, material de pesca, fogos de artifício, laticínios, artigos de papelaria, moringas, tesouras, doces, corda e tudo o que se possa imaginar, inclusive combustível. Havia uma bomba de gasolina instalada na calçada para abastecer os poucos carros da cidade. Essa bomba está preservada como antiguidade no Posto Record, dos irmãos Silveira Pinto.

A sacaria de cereais ficava quase à porta, junto às vassouras e baldes. As batatas se prestavam para algumas artes da meninada que jogava futebol de mesa no vizinho bar "Ao Valentim". Para não pagar a taxa de reposição das dez bolinhas que se escondiam no gol, as menores batatas da Casa Rosa eram a solução ideal. Sem gastar um centavo, as tardes divertidas se prolongavam... ... Até que o Valentim percebesse a molecagem.

Nos anos 30, até meados da década de 50, as festas de casamento dos moradores da zona rural eram realizadas no salão dos fundos da Casa Rosa. Noivos e convidados chegavam de troles, charretes e cavalos, e paravam nas imediações da Igreja Matriz. Enormes argolas fixadas na calçada serviam para prender os animais com segurança. Ocasionalmente, algumas noivas preparavam-se na casa de Tranqüillo ou de Mauro e chegavam à Matriz com um visual mais elaborado, graças ao carinhoso toque final dado por Valentina ou por Natalina.

Outros noivos chegavam de trem e desciam na estação ferroviária, que ficava na confluência da Avenida São João com a atual Jerônimo de Camargo; em fila dupla, noivos à frente e convidados atrás, o cortejo avançava pela avenida, em meio ao foguetório que festejava a ocasião. Terminada a cerimônia religiosa, todos se dirigiam à Casa Rosa, e a festa começava: sanduíches de salame e mortadela, cerveja Malzebier, gasosas e muita alegria.

Os alimentos eram racionados durante o período da II Guerra Mundial, mas a sensibilidade dos irmãos Rosa contrariava as normas estabelecidas. Eles sempre procuraram atender às necessidades das famílias maiores, e das que tinham cartões de racionamento vencidos. Em certa ocasião foram detidos e tornaram-se manchete de jornal: "Mauro, Plácido e Tranqüillo, na Cadeia".



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(Continuação)

O prédio da Casa Rosa ainda existe, agora reformado e com dois pavimentos, mas nenhuma alteração de paredes e fachada apagará as nostálgicas lembranças daquele pedacinho da Praça da Matriz: prontidão e simpatia no atendimento, infinitas opções de compra, e a famosa língua falada de trás para frente, fruto da criatividade e do espírito brincalhão dos três irmãos."Dá um troli de telei e um loqui de jãofei", ao invés de "um litro de leite e um quilo de feijão".

Também não será esquecida a perspicácia dos irmãos Rosa ao abordarem os clientes: "O que vai querer hoje? Macarrão, fumo em corda, arroz, formicida, parafuso, terço, maria-mole, bala de revólver ou bala de mel"? Entrava-se para comprar açúcar e acabava-se levando muito mais. Flexibilidade, competência e excelência na prestação de serviços sempre foram parte da estratégica e criativa administração da Casa Rosa.

A Família Rosa compõe o quadro dos bravos imigrantes que aqui chegaram, buscando oportunidades que não encontraram em seu país de origem. As famílias imigrantes adotaram esta cidade e a engrandeceram com seu trabalho. Aqui tiveram seus filhos, sofreram, lutaram e venceram, legando aos descendentes a mesma força construtiva que as tornou vitoriosas.

O adolescente Santo - que aos treze anos decidiu o rumo de sua vida - plantou as sementes que se transformaram em uma seara fecunda nas mãos de seus descendentes. A Família Rosa é parte da História que será lida no futuro, como modelo e incentivo para os novos construtores da sociedade atibaiana. Ou atibaiense? Isto não importa! O importante é que o bom exemplo frutifique!

 

 

"A Míliafa Saro é tepar da tóriahis que ráse dali no turofu, moco delomo e centivoin rapa os vosno trutorescons da ciedadeso baianaati. Ou baienseati? Tosi não portaim! O portanteim é que o mob xemploe tifiquefru"!

 

(Em Rosalês, A Língua dos Rosa)

 (Rosalês, termo cunhado por O Balaio, 2005)

 

Texto final: Cidinha Bonini



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Feira Cultural da Praça

Comemoração do primeiro ano!

 

A Feira Cultural da Praça comemora seu primeiro ano de vida nos dias 13 e 14 de agosto - sábado e domingo -, das 10h às 18h, na Praça da Matriz. O apoio é da Secretaria de Cultura e do COMTUR - Conselho Municipal de Turismo.

 

A Feira nasceu em 2004, após a pesquisa do programa de desenvolvimento sustentável da comunidade através da arte - Atibaia pela Arte, realizada pela APA –, Associação dos Artesãos e Artistas Plásticos da Região de Atibaia. A pesquisa apontou a necessidade de uma Feira Cultural de arte e de artesanato para nossa cidade.

 

O artesanato da cidade é valorizado, tanto pelo público local quanto pelo turista. Por isso, o espaço em volta do coreto continuará sendo um ponto de encontro para artistas artesãos, comerciantes alternativos, turistas e para o publico em geral, para lazer, entretenimento e compras.

 

Serão realizadas duas apresentações musicais no coreto. Brinquedos infláveis estarão disponíveis para a garotada e a praça será enfeitada para receber as pessoas. Os interessados em participar da Feira, devem se dirigir à sede da APA, no Parque Edmundo Zanoni, Av. Horácio Neto, 1030.

Fone: 4402-2522

artesaosatibaia@terra.com.br. 



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